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Foto: Divulgação |
O curta-metragem “Baeca, não sei se é convênio” foi lançado na noite deste sábado (21) no Espaço Jangli Club para mais de 400 convidados, informou a produção do evento. O documentário traz recortes da vida da figura folclórica jussiapense, Gilbeto Dantas, produzido pela agência de notícias Jussi Up.
Com espontaneidade, amadorismo na dose certa, humor e muita irreverência, o roteiro do filme sobre Baeca foi escrito por Soraia Assunção, que vivenciou a época retratada, e dirigido por Will Assunção. “Uma câmera na mão e várias ideias, pode até ser clichê, mas funcionou”, disse Will Assunção sobre projetar memórias do padrinho de uma geração.
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Foto: Divulgação |
A ideia a todo o momento foi de ter um filme concebido no amadorismo, revela o diretor. Pode se dizer que é um filme cult com doses extravagantes de humor que só quem vivenciou a época vai entender. É compreensível que muitos não entendam o diálogo entre Baeca e Soraia durante o filme. Nele, o bon vivant relembra épocas, como o cenário vivido em uma cidade em plena década de 70, 80 e 90. O filme ainda traz um saudosismo disfarçado que garante um tom de sentimentalismo em algumas cenas.
“Com uma trilha sonora escolhida minuciosamente, foi difícil selecionar as canções, já que Gilberto Dantas, além de um mestre em contar causos, tinha o dom de criar bordões e compor hits que ficariam para a história da cidade”, conta Will Assunção.
Com duração de 80 minutos, o filme é divido em três partes, os depoimentos, entrevista e vida e a tarceira que é um extra. “Baeca apadrinhou gerações e ficou conhecido pelas suas “presepadas”, impossível não trazer essas peculiaridades ao projeto”, disse o diretor.

