“Em algum lugar do Paraíso... 2012”, eu lia
concentrado, sibilando. Relia. Relia pensando (e tentando), mesmo estando um tanto
bêbado para tal; decifrar o que autor dessa frase queria dizer [...]. Estava
escrito em vários banheiros masculinos em bares distintos de Vitória da
Conquista, cidade ao sudoeste da Bahia. E sempre por volta das 11h30, depois de
alguns copos a mais, eu a encontrava quando eu ia destilar um pouco do álcool
preso na minha bexiga.

