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O panorama das eleições de 2020 em Jussiape mesmo com pandemia

Foto: Reprodução

A pandemia da Covid-19 trouxe incertezas acerca das eleições de 2020 em Jussiape e no Brasil. É cogitada a possibilidade de adiá-las devido ao coronavírus. No entanto, a partir do dia 1º de janeiro de 2021, juízes poderão estar no comando das prefeituras do País.

O pleito, marcado para outubro deste ano, traz um cenário sem quase nenhuma perspectiva de quando a crise global, que atingiu todos os município brasileiros, irá chegar ao fim e preocupa políticos e magistrados, que já discutem um panorama com um plano para o caso de não ser possível a população ir às urnas em 2020.

Há algumas possibilidades, ainda discutidas nos bastidores, que podem ser adotadas caso o cenário brasileiro não seja suscetível.

A primeira é de postergar as eleições até dezembro de 2020.

Outra alternativa proposta é unificá-las com as disputas de 2022, mantendo os atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos.

Adiá-las sem prorrogar os atuais mandatos. Mas, neste último caso, a linha sucessória prevê que o juiz responsável pela comarca da cidade assuma a administração de cada município em caso de ausências de prefeito, do vice e do presidente de Câmara.

Apesar de ser uma opção, não tem sido muito aceita pela Câmara e sofre objeção dos magistrados.

VAI TER ELEIÇÃO EM 2020?
Há propostas protocoladas no Congresso Nacional para alterar a data das eleições de 2020 devido à pandemia. A cúpula do Legislativo, porém, só pretende abrir algum debate a respeito em meados de maio ou junho.

Cabe ao Legislativo alterar a Constituição.

Ainda que parlamentares promovam uma emenda constitucional a favor da alteração da data das eleições, ela deverá ser judicializada porque a alteração ocorreria a menos de um ano até o domingo, quando milhões de brasileiros iriam às urnas.

É possível que o Supremo Tribunal Federal (STF) seja instado a se manifestar.

Em Brasília, atuais prefeitos fazem pressão e já manifestam preocupação em afetados na reta final dos mandatos. A intenção dos autuais gestores é de postergar os pleitos com a prorrogação de seus mandatos e colocam como contrapartida a chance de redestinar o dinheiro do fundo eleitoral deste ano para ações de contenção.

O QUE DIZ O STF?
O ministro Luís Roberto Barroso manifestou-se sobre o assunto na sexta-feira (3). Prestes a assumir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o magistrado defendeu a manutenção do atual calendário, mas admitiu um adiamento no máximo até dezembro.

A atual presidente da Corte, ministra Rosa Weber, também rejeita qualquer mudança no cronograma por enquanto, mas, por via das dúvidas, criou um grupo de trabalho formado por técnicos da pasta para avaliar os impactos da crise no calendário eleitoral.

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