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Plano B da oposição para 2020 surge fora da Câmara

Editoria de Arte da Jussi  Up Press

Hoje, a oposição é decentralizada, mas também segue desarticulada e está fragmentada. A priori, a oposição vinha com um plano que nasceu em 2018, ainda no segundo ano do mantado de Éder (PP) –, quando articulistas políticos apostavam no desgaste da imagem do prefeito e tinha como principal arma a impopularidade do gestor frente às investidas da oposição na Câmara. O revés, no entanto, veio a galope em 2019.

A estratégia que parecia infalível minou, o governo Éder surpreendeu nas urnas com as eleições para deputado e aumentou o raio de alcance do seu nome com ações em diferentes partes do município, principalmente, em comunidades rurais.

Ainda que o resultado de eleições para deputado não seja um parâmetro preciso para futuras candidaturas ao Executivo municipal, os números tendem a ser um indicador considerável de popularidade, pois reflete o voto de todo o eleitorado.

No entanto, o plano B da oposição, que surge fora da Câmara, e elenca antigos e novos nomes da política, com prováveis pré-candidatos ainda invisíveis, deve ser posto em prática ainda no primeiro semestre de 2020, antecedendo a campanha para as eleições, quando lideranças políticas esperam das prévias um resultado mais determinante e concreto para lançar um pré-candidato ao Executivo municipal.

Às vésperas das eleições municipais, a oposição ainda se vê tentando articular nomes para uma provável chapada que deve ser anunciada já nos primeiros meses do próximo ano. O grupo, formado por empresários e políticos, que faz parte de um movimento contrário ao governo Éder ainda não se manifestou, não excluindo, portanto, a possibilidade de um nome para 2020.