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Secretaria de Educação diz que ‘vídeo forjado’ teve intenção de atingir administração municipal

Foto: Will Assunção/JUP

Na última segunda-feira (2), pelo menos dois vídeos circularam nas redes sociais retratando uma das dependências internas da Creche Municipal Professor Aurélio Landulfo Sobrinho. A legenda, que acompanha o vídeo, descreve uma suposta situação degradante, com berços quebrados e amarrados por cordas, com colchões sem forro, mofados, mal cheirosos e manchados de urina.

Jussi Up entrou em contato com a direção da creche, que confirmou que as imagens foram feitas na instituição, provavelmente, por uma funcionária em horário de funcionamento. No entanto, a direção da creche afirmou que o vídeo divulgado não corresponde à realidade da unidade escolar gerida pelo município.

A Secretaria de Educação de Jussiape afirmou à Jussi Up que uma funcionária da instituição teria produzido um vídeo forjando uma cena para prejudicar a instituição. Ainda segundo a Secretaria, o ato teve motivação política, com clara intenção de prejudicar a administração pública municipal.

Por meio de uma nota de esclarecimento, a Secretaria de Educação informou que novos berços já foram adquiridos, e deverão chegar já na próxima semana. O comunicado emitido nega que berços da Creche Municipal Professor Aurélio Landulfo sejam amarrados com corda ou qualquer outro material.

A secretária de Educação Cleudia Novais e o diretor da Creche Municipal Professor Aurélio Landulfo Railson Freitas receberam a Jussi Up ainda na manhã desta terça-feira (2) na dependência da instituição educacional onde o vídeo foi gravado.

“Todas as dependências da creche são mantidas limpas e conservadas, priorizando o bem estar e a segurança das nossas crianças. O que houve foi uma tentativa de manchar a imagem da instituição que vem se destacando em nossa cidade”, alega Freitas.

Cleudia Novais considera a possibilidade de a funcionária sofrer um processo administrativo e chama atenção para a conduta que considera antiética. “Uma funcionária criou uma cena que não faz parte da realidade da unidade escolar, prejudicando a imagem de uma instituição que serve à população”, pontuou.