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Fé e tradição mantidas pela resistência ao tempo

Foto: Will Assunção/JUP


Francisca Rosa da Conceição, 76, mais conhecida como Du pela população de Jussiape, manifesta sua fé e devoção por mais de 65 anos, ao montar seu próprio presépio.

Um dos maiores símbolo do Natal, o presépio não serve apenas para representar o nascimento de Jesus, mas expressa a história de um povo e o contexto em que ele está inserido. Neste ano, devido problemas de saúde e idade, a instalação da aposentada ficou menor. No entanto, não menos representativos. Diversos elementos do Nordeste e da região onde mora, entre eles, animais e cenas típicas do sertão.

Foto: Will Assunção/JUP

A dona de casa Francisca Rosa diz que a construção do seu presépio é um trabalho de muita fé. Desde quando tinha nove anos, quando ainda morava em outra cidade do interior da Bahia, disse fazer a montagem do presépio com dedicação – uma tradição que se mantém viva até hoje, mas com muitas dificuldades. Francisca tem diabetes e com a idade avançada diz não conseguir mais buscar lenha no mato.

Apesar de lamentar por ser uma das poucas moradoras – se não a única – a seguir com a tradição de armar o presépio com elementos da própria comunidade local, ela se orgulha de manter a sua fé acesa.

COMUNIDADE
É possível encontrar no bairro do Campo diversos moradores que mantém a tradição de armar presépio ou celebrar o Natal ainda que de forma singela, mas com montagem originais de alguma representação artística, um trabalho movido pela fé e tradição.