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José Roberto impõe condições a candidatos à presidência da Câmara que pretenderem conquistar seu voto

O vereador José Roberto (MDB) Foto: Will Assunção/JUP

O vereador José Roberto (MDB), que, segundo ele, disse nunca ter votado em uma eleição à presidência da Câmara – optando sempre pela abstinência – afirmou que, em 2018, pretende votar em quem adotar algumas medidas propostas por ele.

No entanto, o emedebista se adiantou e garantiu – ao admitir chance zero – de que não será candidato à disputa ao cargo de presidente da Câmara neste ano.

As exigências impostas pelo vereador da bancada da oposição consistem em duas proposições, detalhadas em seu discurso, na última sexta-feira (3), na volta aos trabalhos da Câmara.

Veja quais são elas:

1. MUDANÇA NA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO
Mudança na Lei Orgânica do Município, seguida de reforma no Regimento da Câmara, que, atualmente, prevê o voto secreto ao julgar contas de gestores municipais, ainda que o STF, por meio de uma súmula, já tenha decidido que a votação, em casos específicos como este, deva ser aberta.

2. ASSESSORIA JURÍDICA PARA A OPOSIÇÃO
Assessoria jurídica para a oposição. De acordo com o vereador, é comum que Legislativos de outros municípios possuam advogados reservados a parlamentares da oposição. José Roberto afirmou que não se sente à vontade consultando o mesmo advogado indicado pelo presidente da Câmara, que é aliado do prefeito. No entanto, segundo o vereador, a contratação de outro advogado não geraria despesas extras para a Câmara. A proposta de José Roberto visa diminuir – de R$ 4 para R$ 2 mil – o salário de um advogado contrato pela Câmara de Vereadores de Jussiape.

O vereador alegou que “é muito dinheiro” o salário pago a um advogado na Câmara. O emedebista destacou também o valor pago a um contador na Casa, que recebe um salário em torno de R$ 7 mil, revelando uma despesa de aproximadamente R$ 14 mil em despesas com assessoria, pontuou.