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José Roberto diz que 2017 “foi um ano difícil” e critica governo Eder

O vereador do PMDB José Roberto Foto: Will Assunção/JUP

O discurso do vereador José Roberto (PMDB) de encerramento das atividades de 2017 da Câmara de Vereadores de Jussiape foi pautado em uma avaliação feita pelo peemedebista sobre o primeiro ano do seu segundo mandato. Na sessão desta sexta-feira (15), o vereador destaca que começou o segundo mandato como situação, mas que terminará como oposição, e completa ao dizer que este “foi um ano difícil”.

José Roberto ainda reitera que Jussiape se tornou um município “decadente e falido”, e pede aos demais vereadores que “não feche os olhos para a Casa”. O parlamentar ainda pediu aos oito integrantes do Legislativo “que não veja apenas o interesse próprio, mas que veja o interesse do povo”.

O peemedebista aproveitou a ocasião para realizar uma retrospectiva da sua atuação na Casa e aproveitou para tratar de suas indicações, muitas delas sem terem sido atendidas pelo Executivo.

Em um discurso regido por questionamentos, José Roberto propõe para o próximo ano uma mudança no regimento da Casa, além de uma PEC para alterar a Lei Orgânica do Município, e utilizou a votação aberta do julgamento das contas de 2015 do governo do ex-prefeito Gilberto Freitas como exemplo de uma nova postura do Legislativo a ser adotada, pois já foi legitimada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

José Roberto ainda sugere que a Câmara adote emendas impositivas, o que, segundo o peemedebista, tornaria o Legislativo independente e garantiria mais autonomia aos vereadores.

Ao criticar a gestão do prefeito de Jussiape Eder Jakes (PDMB), José Roberto falou sobre uma possível precarização do funcionalismo público com a diminuição dos salários dos servidores municipais.

Na sua fala, ele ainda distingue a oposição da situação e diz que quem os elegeu foi o povo. “Meu mandato eu devo ao povo”, disse. E alerta ao afirmar que “muita coisa que passa é por causa dos olhos que são fechados, aqui, nesta Câmara”. 

“Ninguém ver nada, ninguém escuta nada, ninguém fala nada, ninguém reclama nada”, finalizou.