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10 maravilhas de Jussiape que ainda persistem ao tempo

Jussi Up reuniu em uma lista os melhores lugares para se conhecer em Jussiape. Na matéria, dez maravilhas são listadas especialmente para quem visita a cidade pela primeira vez, ou mesmo para quem já vive no município da Chapada Diamantina (BA), com menos de 8 mil habitantes e ama o privilégio de tê-las por perto.

A publicação elegeu de atrativos naturais a patrimônios histórico-culturais. Muitas delas desconhecidas pela maior parte da população, como a Mata da Palmeira e o Canyon do Cantagalo.

A escolha leva em conta particularidades como história e cultura que o objeto está inserido, além da beleza e outras peculiaridades próprias. A Jussi Up teve a ajuda de especialistas e profissionais para chegar as 10 escolhidas, que se tornaram eleitas por sua excelência. Veja o ranking!

1 - Canyon do Cantagalo

Canyon do Cantagalo Foto: Will Assunção/JUP

Pouca gente conhece o Cantagalo. Em 2014 foi construída uma trilha segura para chegar até o final do canyon, o que atrai apaixonados por esportes radicais. No santuário é possível a pratica de rapel, escalada e rafting. O Cantagalo reúne mais de cinco quedas d’água impressionantes, além de possuir um paredão com pinturas e esculturas misteriosas, praticamente, intocadas pelo homem.

As corredeiras escondidas pelo Canyon do Cantagalo são um verdadeiro tesouro para quem descobre um modo de completar todo o percurso. Não dá para não deixar de conhecer essa maravilha que fica localizada no povoado da Cruz, a aproximadamente 24km da sede.

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2 - Barragem Duas Ilhas

Barragem Duas Ilhas Foto: Will Assunção/JUP

A barragem é um dos principais cartões postais da cidade, e, com frequência, suas estruturas erguidas na segunda metade do século 20, são cobertas pelas águas caudalosas do Rio das Contas. No verão, a construção que passou a ser considerada como o mais notável atrativo turístico da cidade pode ser vista repleta de turistas e visitantes a procura das águas geladas do Contas.

No fim de tarde é possível contemplar um belíssimo pôr do sol que reflete os raios solares nas águas escuras do rio. Não existe um consenso exato para a data da construção da barragem. Pessoas que teriam testemunhado as obras disseram que ela teria sido erguida na década de 1960, no entanto, há registros datados da década de 1940, retratando a construção da barragem. No local ainda é possível ver a antiga ponte, construída na década de 1970, que em épocas de cheia é engolida pela água.

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3 - Rio das Contas

Rio das Contas Foto: Will Assunção/JUP

O Contas corta o município de Jussiape e é um dos maiores motivos do orgulho dos jussiapenses, por ser o principal rio da bacia hidrográfica que leva seu nome. O Contas tem sua nascente na Serra da Tromba, no município de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), e banha diversos municípios antes de desaguar no Oceano Atlântico.

4 - Rio Água Suja

Rio Água Suja Foto: Will Assunção/JUP

Com direito a uma areia fina e uma vista para um céu claro, quase todos os meses do ano, o Balneário Água Suja é uma verdadeira “praia” de água doce. A barragem construída no meio do rio forma uma queda d’água que torna o ambiente ainda mais encantador.

5 - Serra do Santo Antônio (e o Pico do Candombá)

Serra do Santo Antônio Foto: Will Assunção/JUP

Não é apenas o Rio que tem direito a um morro consagrado e bonito por natureza. Jussiape também tem seu próprio “Pão-de-Açúcar”. A Serra do Santo Antônio propicia uma paisagem que se destaca como um dos mais bonitos da cidade e fica dentro dos povoados da Alagoinha e Bicho. É impossível você chegar à pequena cidade de Jussiape e não notá-lo no alto. A vista para o pôr do sol pode ser contemplado em diversas épocas do ano, sem falar que existem trilhas em seu caminho onde guardam um garimpo soterrado, repleto de mistérios da época da exploração do ouro na região.

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6 - Gruta da Tapera

Pinturas rupestres da Tapera Foto: Will Assunção/JUP

A gruta da Tapera abriga pinturas rupestres em ótimo estado de conservação, datadas de cerca de 10 mil anos, segundo diversos estudiosos que analisaram o local. O atrativo é dividido em duas partes, e ainda é possível ter acesso à primeira gruta sem muito esforço. Já a segunda, que fica atrás de onde estão localizadas as maiores, é de difícil acesso. No entanto vale todo o esforço para contemplar a vista do alto das grandes paredes de pedra.

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7 - Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde


Altar da capela de Nossa Senhora da Saúde Foto: Will Assunção/JUP

Construída no século 19, entre os anos de 1863 a 1866, por mão de obra escrava, o prédio de arquitetura religiosa portuguesa está localizado na Praça Rodrigo Alves Teixeira, no centro da cidade. No ano de 1866 chegava à Fazenda do Gado a imagem de Nossa Senhora da Saúde, doada pelo Major José Joaquim da Silva Júnior e trazida de Portugal. Provavelmente, o único de estilo neoclássico, o altar sofre forte influência do barroco rococó e é considerado uma caricatura da Colunata de São Pedro, em Roma.

8 - Cruzeiro (vista para o pôr do sol) 

Pôr do sol visto do Cruzeiro Foto: Will Assunção/JUP

Dificilmente alguém que conheceu Jussiape vai dizer não ter vivido uma história neste lugar. Tomado pela brisa do alto da cidade, o Cruzeiro de Jussiape proporciona uma das mais privilegiadas vistas para o pôr do sol em todo o município. Anualmente é visitado por fiéis católicos que sobem o morro na Semana Santa, onde refazem o caminho de Cristo durante a Via Crucis.

9 - Mata da Palmeira

Vista aérea da região da Mata da Palmeira Foto: Will Assunção/JUP

Desconhecida pela maior parte da população, a Mata da Palmeira fica localizada próxima aos povoados da Alagoinha e Bicho. A mata abriga imensas árvores com troncos largos e copas altas, escondendo praticamente toda a luz do sol em diversos meses do ano. Espécies raras de primatas podem ser vistos e ouvidos em épocas chuvosas.

10 - Acervo Histórico

Xícara que teria pertencido a uma das primeiras professoras do município Foto: Will Assunção/JUP

O acervo histórico de Jussiape pode ser encontrado no Museu do Senhor Onildo Luz Silva, onde abriga toda a história do município. Peças que remontam a Segunda Guerra Mundial, além de utensílios indígenas encontrados e outros instrumentos utilizados por tropas que saíam de Jussiape para cruzar o extremo da Chapada Diamantina, no início do século 20, quando o movimento econômico dos tropeiros movimentava a economia da cidade, podem ser encontrados em um rico acervo. Algumas peças foram doadas por um dos maiores incentivadores da criação da instituição, o médico Feliciano da Silva Assunção.