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Como não ferir os Direitos Humanos no Enem?


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está se aproximando e os candidatos têm menos de um mês para se deparar com a proposta tão temida da redação. Na edição deste ano, a redação será aplicada no primeiro dia de provas, no domingo, 5 de novembro.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela elaboração do Enem 2017, costuma propor temas que exigem do estudante a reflexão, argumentação, senso crítico e o principal: respeito aos Direitos Humanos. São assuntos de caráter social, focados na leitura da realidade brasileira, que levantam uma problemática e cobram do candidato uma proposta intervencionista.



Will Assunção, editor da Jussi Up Press, que também é especialista em Comunicação e acadêmico em Letras, aponta que o texto deve sempre obedecer à norma culta da Língua Portuguesa, além de ser escrito em forma dissertativa-argumentativa. “É muito importante que o candidato observe o conceito de Direitos Humanos para que no momento de elaborar o seu texto não corra o risco de zerar a prova com opiniões baseadas no senso comum, em afirmações preconceituosas ou discursos que incitem à violência”, pontua.

O participante conta com 30 linhas para a escrita do texto. A redação com menos de sete linhas serão zeradas. Não há a obrigatoriedade da presença do título, já que a titulação conta como uma linha da produção textual.

As redações são corrigidas por dois corretores, baseados em critérios estabelecidos pelo Inep, os quais incluem coerência e coesão textual, respeito aos Direitos Humanos, fuga ao tema, obediência à norma culta da língua, presença da proposta de intervenção e outros detalhes. Caso haja divergência de notas, um terceiro profissional avalia o texto.