Header Ads

LightBlog

Prefeito estabelece prazo para Banco se posicionar sobre agência em Jussiape

Éder Jakes, prefeito de Jussiape Foto: Will Assunção/JUP

O prefeito de Jussiape Éder Jakes (PMDB) estabeleceu um prazo de 30 dias para o Banco do Brasil se posicionar sobre a reabertura da única agência bancária na cidade. Fechada desde dezembro de 2016, a agência teve a sua estrutura comprometida após um grupo armado utilizar dinamites em um assalto.

A declaração do prefeito ocorreu na noite da última terça-feira (1º) em um encontro que reuniu vereadores, comerciantes, empresários, imprensa e um funcionário do alto escalão do Executivo para discutir medidas cabíveis que acelerem a reabertura da agência bancária na cidade.

Segundo um levantamento do próprio Banco do Brasil, nos últimos anos a agência em Jussiape não registrou nenhum déficit considerável. Ou seja, mesmo fechada, a agência do Banco do Brasil não anunciou prejuízo; ainda que a agência não registre lucros estimados pela própria instituição, não ficará no vermelho.

Mesmo após o Banco reconhecer que as exigências com as medidas de segurança solicitadas, inclusive a principal – instalação de um sistema de videomonitoramento –, foram cumpridas pela Prefeitura, ainda não há nenhum posicionamento declarado da instituição ou previsão para que a agência volte a funcionar na cidade.

Como ultimato, empresários e comerciantes sugeriram como proposta a vinda de agências de outros bancos. Um comerciante afirmou após o debate ganhar contornos acalorados que o Banco do Brasil só “sentirá após perder correntistas da cidade”.

O prefeito disse que ainda nesta quarta-feira (2), junto com o secretário de Administração Everton Novais, iria cobrar uma resposta de instâncias superiores do Banco. Em último caso, o prefeito Éder não descarta a retirada da folha de pagamento dos funcionários da instituição financeira.

O vereador José Roberto (PMDB) elevou o tom e reforçou o que muitos comerciantes endossaram: “as coisas só funcionam com pressão”.

Na ocasião, Éder afirmou ainda que quatro deputados, dentre eles, dois federais e dois estaduais, com quem mantém proximidade, já ligaram para outros departamentos do Banco do Brasil, mas apenas obtiveram respostas retóricas.