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Precoce crise política e de imagem do governo Éder exige que ouçamos o prefeito

Editorial
O prefeito de Jussiape Éder Jakes Foto: Will Assunção/JUP

A pretensão do governo Éder de manter a hegemonia na Câmara e permanecer com a popularidade de campanha como o “cara que é bom” durou pouco. Em agosto deste ano completa apenas 7 meses de governo e o prefeito já enfrenta a sua primeira crise. Com a sua popularidade em baixa, o prefeito Éder se vê encurralado em um labirinto político.  

Até a manhã desta terça-feira (8), Éder Jakes (PMDB) não se pronunciou, nem concedeu entrevistas à imprensa sobre a atual conjuntura do seu governo, após uma avalanche de denúncias e críticas serem proferidas pelos vereadores José Roberto e Edilando Brandão, ambos da mesma sigla do prefeito.

É impossível amenizar o conteúdo dos discursos dos vereadores peemedebistas na Câmara, já na primeira sessão plenária após o recesso, na última sexta-feira (4). No entanto a cena política implica que ouçamos a palavra do prefeito como um aceno democrático. A sua defesa é fundamental no processo de entendimento da crise política que assola o município.

Trilhando um caminho tortuoso, segundo a nova oposição, embora com respaldo e aprovação da maioria da Câmara, o governo do prefeito Éder Jakes precisa dedicar especial atenção à população que precisa de uma resposta, afinal o chefe do Executivo, além de ter que ser honesto, deveria sempre apresentar-se acima de qualquer suspeita.

Se Éder passou longe do acerto ao tecer possíveis escolhas no seu gabinete, como as que foram expostas no plenário da Câmara na última sessão, ao menos deve agir com celeridade –ainda que sob pressão da opinião pública– neste episódio. Nem por isso deverá eliminar as fontes de possíveis ranhuras em um governo no qual necessita de uma urgente e profunda reformulação.

Grande abraço,
Will Assunção
Editor-chefe